Carteira é o app que guarda suas chaves privadas e assina suas transações. A escolha depende do que você pretende fazer: só guardar, fazer staking ou usar aplicativos. Estas são as opções realistas.
Carteira oficial da Velas
A Velas oferece uma carteira multimoeda própria, com staking embutido, para celular, desktop e web, segundo o velas.com. Ela entende os dois lados da rede, nativo e EVM, o que a torna o jeito mais fácil de fazer staking. O ponto de atenção: uma carteira de software no celular ou computador é tão segura quanto o aparelho. A nossa análise da Velas Wallet detalha a configuração.
Carteiras EVM, como a MetaMask
Como a Velas tem um lado EVM, dá para adicionar a rede como rede personalizada em uma carteira EVM e usá-la com apps no estilo Ethereum. É prático se você já usa uma dessas carteiras, mas o staking nativo normalmente exige a carteira da Velas. O guia de compatibilidade EVM traz os dados da rede.
Hardware wallets
Uma hardware wallet guarda as chaves em um dispositivo separado, que nunca as expõe ao computador. O suporte a cada rede depende do software do fabricante, então confirme se o VLX ou a rede Velas é compatível antes de comprar. Há quem use a hardware wallet com uma interface de carteira EVM para o token ERC-20, uma combinação comum.
| Tipo | Melhor para | Principal risco |
|---|---|---|
| Carteira oficial | Staking e recursos nativos | Aparelho comprometido |
| Carteira EVM | DeFi e dApps | Phishing e aprovações indevidas |
| Hardware wallet | Guardar por longo prazo | Perder a frase de recuperação |
| Conta em corretora | Negociar | Risco da contraparte |

O básico de segurança que mais importa
- Escreva a frase de recuperação em papel e guarde offline. Nunca fotografe nem digite em site.
- Instale carteiras apenas por links do site oficial.
- Faça sempre uma transação de teste pequena primeiro.
- Revise as aprovações de tokens e revogue as que não usa.
- Evite digitar a frase em um celular com apps desconhecidos ou fora das lojas oficiais.
Qual escolher?
Se quer fazer staking, use a carteira oficial. Se negocia ou usa apps, uma carteira EVM é prática. Se o valor é relevante e a intenção é guardar por muito tempo, considere uma hardware wallet. Muita gente combina duas. Lembre que o VLX na Ethereum ou na BNB Chain exige uma carteira daquela rede.
Para quem usa uma corretora
Manter moedas na corretora é cômodo, mas a custódia é dela. Retire o que não precisa negociar. Quem já teve problemas com plataformas que quebraram sabe o motivo: em caso de falência, quem deixou fundos na plataforma pode ficar na fila de credores.
Autocustódia na prática
Ter a própria carteira significa que ninguém pode bloquear, reverter ou recuperar seus fundos por você. Isso é uma liberdade e uma responsabilidade. Se a frase de recuperação for perdida ou exposta, não existe central de atendimento capaz de resolver. Por isso, a decisão de sair de uma corretora e passar à autocustódia deve vir acompanhada de um plano de backup: onde a frase ficará, quem saberá que ela existe e o que acontece se você ficar indisponível.
Separando carteiras por função
Uma prática comum entre usuários mais experientes é usar carteiras diferentes para finalidades diferentes: uma para guardar a maior parte do valor, que quase nunca é conectada a nada, e outra para interagir com aplicativos, com saldo pequeno. Se a carteira de uso diário for comprometida por um site malicioso, a perda fica limitada. É uma regra simples que reduz muito o impacto de um erro.
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Abrir conta grátisPerguntas frequentes
Posso deixar o VLX na corretora?
Pode, mas a corretora fica com suas chaves. A autocustódia é mais segura no longo prazo, se você cuidar bem dos backups.
A MetaMask suporta VLX?
Ela consegue se conectar à rede EVM da Velas por meio de uma rede personalizada.
Preciso de hardware wallet?
Não é obrigatório, mas faz sentido para valores maiores e prazos longos.



